BBC – 03/08

Portugal debates budget to bring debt under control

Por Alison Roberts, Correspondente da BBC

Portugal’s parliament on Wednesday debates amendments to the budget for the current year, as the centre-right government fights to bring the deficit and debt under control.

The legislation was drafted by finance officials in part to allow the state to add 12bn euros into the country’s banks, which have been all but shunned by international commercial lenders.

The measure was foreseen under a much larger bailout already agreed with the European Union and International Monetary Fund.

Alison Roberts reports.

Link; http://www.bbc.co.uk/news/business-14385392

Rádio Deutsche Welle – 28/07

Por Alison Roberts

In Portugal, an arts festival in the town of Coimbra is breathing new life into one of the world’s most celebrated true-life love stories. A foundation named after Inês de Castro, a 14th century Spanish noblewoman whose affair with Portugal’s crown prince prompted the king to have her murdered, is organizing concerts, art exhibitions, talks and even gastronomic events on the theme of Passions.

Audio: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6581570,00.html

Diário de Notícias – Coluna Visto de Cá – 28/05

O discurso único de Obama em Westminster

Por Alison Roberts, jornalista ‘freelance’ britânica

A visita de Obama à Irlanda serviu para piscar o olho aos 40 milhões de eleitores americanos de ascendência irlandesa, tal como fizéramos seus antecessores, e para estabelecer uma ligação pessoal com a Europa no início de um périplo de seis dias. Como esperado, foi uma visita divertida, gerando imagens de Obama no pub da aldeia do seu antepassado, de Guinness na mão, que valem à cervejeira e ao país milhões de euros em publicidade.

A visita ao Reino Unido foi bem mais formal. Como de costume, os média britânicos focavam o estado da “Relação especial ”na área de segurança. Ainda mais comum presidente americano cujos sentimentos perante o Reino Unido estão supostamente envenenados pelo facto de o seu pai ser do Quénia, cujo povo sofreu abusos durante o colonialismo britânico.

Mas o próprio Obama utilizou esta ligação colonial no seu discurso, citando o facto de “o neto de um cozinheiro queniano no exercito britânico” hoje ser presidente, e a presença na assistência de “filhos e filhas de ex-colónias britânicas” membros do Parlamento britânico, como exemplos da força da diversidade nas sociedades dos dois países. Foi o único momento do discurso solene interrompido por aplausos. A sessão teve Lugar na parte mais antiga do complexo parlamentar de Londres, Westminster Hall, um espaço do século .XI  com estatuto mítico na história britânica. No seu discurso Obama citou a Magna Carta de 1215comoabasecomumdos sistemas dos dois países, na limitação do poder do Estado.

Foi depois disso que Westminster Hall se tornou a casa dos tribunais mais importantes da altura. Mas o evento mais marcante que ali teve lugar foi o julgamento por tirania e traição de Carlos I, em 1649:a primeira vez na história europeia que um monarca era condenado à morte. E uma marca importante para estabelecer os limites do poder da coroa.

Apesar da honra que constitui o convite para falar neste sítio – nunca antes concedida a um presidente – como sempre ficavam dúvidas do lado britânico sobre a relação. Foi um colunista com uma perspectiva singular–Roger Cohen do New York Times, americano nascido e crescido em Inglaterra– que resumiu a força da referência de Obama ao avô: “A Mancha ainda é muito mais larga que o Atlântico.”

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